colecções


2012 ARTICULAR

(Herzon & De Meuron, Basel)

Cada joia articula elementos de um vocabulário comum.
Como se de letras que compõem palavras de um texto maior se tratassem.

A articulação surge como princípio aglutinador: só a passagem à tridimensionalidade evidencia o movimento que a peça assume quando colocada no corpo que a irá usar – um elemento inerte, que ganha sentido e vida quando apropriado.
Algumas peças podem ser usadas de formas diversas e simultaneamente combinadas entre si, num jogo em que a versatilidade sai a ganhar e as possíveis combinações são infinitas.

2012 ANGULAR

(Herzon & De Meuron, Barcelona)

2013 FLORA

2013 LINEAR

(Álvaro Siza, Porto)

2014 MINIMAL

2014 ORBITAL

(Álvaro Siza, Chaves)

2014 VERSUS

(Santiago Calatrava, Tenerife)

2015 SOLAR

2015 CLONE

2016 METAL

(Herzog & De Meuron, Tenerife)

2016 MODULAR

(Souto de Moura, Porto)

A arquitecura é composta por uma combinação de repetições e gestos excepcionais. Elementos reconhecíveis e a surpresa do inesperado - ou como algo familiar pode de repente surpreender-nos. A geometria não é sempre óbvia e a perspectiva pode enganar-nos. A complexidade pode estar escondida na solução aparentemente mais simples - é nesse momento que se percebe que a gravidade nem sempre nos suporta e o peso pode ser leve.
Como na fachada da Torre Burgo (Porto, Souto de Moura, 2006) uma mudança de perspectiva pode mudar tudo.

2016 ORLA

(Casa Rolão, Braga)

2017 TUBULAR

2018 IRREGULAR / SINGULAR

2019 ORPHEU

(Endless Rhythm, Robert Delaunay)

Na Grécia antiga, Orfeu, poeta e músico lendário, era conhecido por ser capaz de encantar todos os seres vivos - e mesmo os inanimados - com a divina música da sua lira.
No início do século XX, o termo Orfismo foi usado para descrever um tipo particular de cubismo desenvolvido pelo casal Delaunay, que ambicionava transmitir a música através da pintura.

Símbolo da capacidade das artes se inspirarem mutuamente, Orfeu está agora presente nesta colecção de joalharia: uma interpretação abstracta e minimalista do ritmo sem fim dos movimentos circulares das composições de Delaunay - uma composição para ser ouvida como uma sinfonia, admirada como uma pintura, usada como uma jóia.

2019 LEKU

(Eduardo Chillida, escultura e gravura)

Leku, palavra basca para lugar, dá nome a uma coleção de joalharia que encontra no escultor Eduardo Chillida a fonte de inspiração.

Geométricas e livres, quase arquitectónicas, as obras de Chillida parecem nascer na natureza e pertencer à cidade. São abstracções que carregam mensagens de força e equilíbrio, que contêm a aspereza da ferrugem, a dureza da recta e a subtileza da linha curva. São volumes que brincam com a luz, corpos que pesam tanto como a sua ausência - são espaço, enquanto ocupam o espaço.
Nos desenhos o preto e branco define contornos e formas, alude a jogos de cheio-vazio, a tensões e movimentos. Na passagem para a tridimensionalidade as esculturas ganham em grandiosidade e expressão.

Como pode um conjunto de linhas ter tanto peso?
Como pode um bloco de pedra ser tão leve?

Destes contrastes nasce uma colecção de joalharia que dá também lugar às duas facetas criativas da autora: a pureza depurada do traço geométrico - num conjunto de peças lineares em prata - e a liberdade imprevisível do desenho - numa série limitada de pendentes únicos, que celebra o aço corten de Chillida através das cores quentes do bronze.

2019 BAUHAUS 100

2020 FIGURAE

2020 DUO #tincalcollab Ana Pina x WEK

Latim "duo", dois, duas >> da combinação entre duas criadoras, dois materiais distintos e duas formas de desenhar a joalharia, nasce uma colecção marcadamente contemporânea, urbana, arrojada e versátil. Elementos em prata e impressos em tecnologia 3D (PLA) associam-se em composições geométricas afirmativas que reflectem o que distingue cada uma destas autoras enquanto assumem o que têm em comum.

A DUO Collection é lançada na forma de uma divertida série de brincos e pins em 2 tamanhos, 4 modelos e 4 cores que permitem inúmeras combinações.

2021 DISCO